Gosto de coisas que me arrepiam,
a pele, o corpo, cá dentro.
Gosto do incontrolável,
do descontrolo, do consolo.
Gosto do irremediavelmente bom.
Gosto do som que não abafo, da questão, do problema,
gosto de abordar um tema desconfortável.
Gosto de sorrir quando penso em ti.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Quero.te
Quero-te conquistar com o olhar.
Quero-te conquistar com o corpo.
Quero-te conquistar com o humor.
Quero-te conquistar com o beijo.
Quero-te conquistar com o sorriso.
Quero-te conquistar com o segredo.
Quero-te conquistar sem vencer.
Quero-te de igual para igual.
Quero-te conquistar com o corpo.
Quero-te conquistar com o humor.
Quero-te conquistar com o beijo.
Quero-te conquistar com o sorriso.
Quero-te conquistar com o segredo.
Quero-te conquistar sem vencer.
Quero-te de igual para igual.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Fim do dia
Anoitece.
O encontro com a noite repete-se.
A ansiedade deste encontro não se manifesta,
não protesta, não exclama nem reclama.
Há um turbilhão de emoções!
Estas sensações que os pássaros não conseguem conter.
Representam o que sinto,
Dizem o que penso
E partilham esta festa.
Juntos explodem de alegria
Que anuncia a chegada da noite.
É um momento fugaz que se suspende
Até à chegada de um novo entardecer.
O encontro com a noite repete-se.
A ansiedade deste encontro não se manifesta,
não protesta, não exclama nem reclama.
Há um turbilhão de emoções!
Estas sensações que os pássaros não conseguem conter.
Representam o que sinto,
Dizem o que penso
E partilham esta festa.
Juntos explodem de alegria
Que anuncia a chegada da noite.
É um momento fugaz que se suspende
Até à chegada de um novo entardecer.
Quatro
Quatro dias de espera,
Quatro limalhas, quatro acendalhas,
Quatro faíscas que beliscam a pele.
Um quarto de hora.
O tempo avança e aquece,
O tempo não esquece o calor.
Reacende a chama
Recua e volta, regressa.
Frio,
De novo o vazio.
A proximidade assusta
Bú!
Quatro limalhas, quatro acendalhas,
Quatro faíscas que beliscam a pele.
Um quarto de hora.
O tempo avança e aquece,
O tempo não esquece o calor.
Reacende a chama
Recua e volta, regressa.
Frio,
De novo o vazio.
A proximidade assusta
Bú!
Pai
O pai comove.
Ao pai pede-se sempre que aprove,
Que seja cúmplice dos meus passos
E destribua os abraços
Pela Vida.
Eu pouso no ombro amigo
Onde encontro um abrigo
E paz.
Sou capaz de amar,
Eu quero amar,
Eu desejo amar,
O meu pai.
É uma troca que conforta,
Sempre.
Ao pai pede-se sempre que aprove,
Que seja cúmplice dos meus passos
E destribua os abraços
Pela Vida.
Eu pouso no ombro amigo
Onde encontro um abrigo
E paz.
Sou capaz de amar,
Eu quero amar,
Eu desejo amar,
O meu pai.
É uma troca que conforta,
Sempre.
Azul
Azul
Como o mar que não acaba
Que vai e que vem
Que afasta e atrai
Azul
Um mar que não se revela
Que acalma e enfurece
Mas não se esquece
Azul
Como o céu que me acolhe
A imensidade que me envolve
Sem fim
Azul
Uma cor colorida da vida
Como o mar que não acaba
Que vai e que vem
Que afasta e atrai
Azul
Um mar que não se revela
Que acalma e enfurece
Mas não se esquece
Azul
Como o céu que me acolhe
A imensidade que me envolve
Sem fim
Azul
Uma cor colorida da vida
Filho
Nasci,
Como o carinho e o desejo de um beijo.
Guardo espaço para o abraço dos meus pais,
E dos demais, que eu adoptar.
Trago o saber, o aprender e o sonhar.
O Saber é um instinto que me move,
O aprender a inteligência de quem ouve
E o sonho são as asas para a vida,
Que encontram no amor uma saída,
Para enriquecer.
Como o carinho e o desejo de um beijo.
Guardo espaço para o abraço dos meus pais,
E dos demais, que eu adoptar.
Trago o saber, o aprender e o sonhar.
O Saber é um instinto que me move,
O aprender a inteligência de quem ouve
E o sonho são as asas para a vida,
Que encontram no amor uma saída,
Para enriquecer.
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